Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 3:16

Polícia

Caso Good Times: réus são condenados

Foi anunciado no Fórum Desembargador Faria e Souza, às 17h, a sentença dos onze réus envolvidos no “Caso Good Times”, esquema sofisticado de tráfico de drogas desvendado pela polícia em dezembro do ano passado. A condenação de todos os réus foi anunciada pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Júlio Ferreira de Andrade.
Wanderson Sales Gomes, o “Sansinho”, foi condenado a 12 anos e 3 meses; Welington Sales Gomes a 13 anos e 6 meses; Thiago Alessandro Rosa a 11 anos e 7 meses;  Geraldo Vinícius Dutra a 10 anos; Samuel Alves Rezende a 10 anos;  Diego Vinícius dos Santos Grilo (foragido) a 10 anos; Davidson José de Oliveira a 11 e 7 meses;  e Altair Simões Pinheiro Soares (foragido) a 11 e 7 meses. Ambosforam condenados em regime fechado pelo crime de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas.
Mariusa Ferreira Sales Gomes e Alair Sales Gomes Júnior foram condenados em regime fechado a 4 anos e 5 meses apenas pelo crime de associação ao tráfico. Maristela Eliza de Freitas Miranda foi condenada em regime semiaberto a 3 anos e 10 meses. E comoa pena é inferior a quatro anos, tem direito de recorrer em liberdade.
Os foragidos Diego Vinícius e Altair Simões já tiveram a prisão preventiva decretada pela justiça. É esperado que a defesa de Wanderson, Welington e Samuel recorra em segunda instância.

RELEMBRE O CASO
A Polícia Civil realizou a maior apreensão de crack da história de Caratinga. Foram cinco quilos da droga. Uma família inteira presa. Um bar, que na verdade era o point do tráfico. Good Times é fechado.
A Polícia Civil, através do delegado Armando Avólio e dos investigadores Whesley Adriano Lopes e Cristiano de Souza Faustino, conseguiu derrubar o maior esquema de tráfico da cidade.
Em maio do ano passado, o traficante Wanderson, conhecido por “Sansim”, comprou o bar Good Times, na Olegário Maciel, muito frequentado por jovens. O que intrigou a polícia foi que Sansim não trabalhava e adquiriu o ponto comercial por R$ 100 mil. Suspeita levantada e investigação aberta.
As investigações começaram e foi montada a operação Good Times, que segundo o delegado Armando foi dividida em três momentos. O primeiro foi a identificação dos traficantes, fornecedores e colaboradores. Depois a apreensão da droga com o traficante e o último, quando o dinheiro usado para pagar foi apreendido: R$ 22.770.
Ao todo foram apreendidos cinco quilos de crack, que equivalem a 15 mil pedras e R$ 100 mil em dinheiro.
Todos os detidos moravam no Bairro Nossa Senhora Aparecida e nenhum deles trabalhava, de acordo com a polícia.   
O tráfico usava esquema sofisticado de venda: a droga era comprada dentro do bar e o cliente podia passar o cartão de crédito. “Um fato inédito na crônica policial da região”, comenta um policial experimentado.
Com a quadrilha foram encontrados quatro veículos: dois Golfs, um Pálio e um Cruze; a polícia pediu o sequestro (medida cautelar que torna o bem indisponível), dos veículos, além do bar, que foi fechado.

 

 

Wanderson -Sansim:  Condenado a 12 anos e 3 meses por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Welington: Condenado a 13 anos e 6 meses por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Thiago: Condenado a 11 anos e 7 meses por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Alair: Condenado a 4 anos e 5 meses por associação ao tráfico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Davidson: Condenado a 11 anos e 7 meses por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geraldo: Condenado a 10 anos por tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maristela: Condenada a 3 anos e 10 meses por associação ao tráfico

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mariusa: Condenada a 4 anos e 5 meses por associação ao tráfico

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